Fibra

A biodiversidade do país fornece uma enorme gama de de cipós e palmeiras que servem para a produção de cestos, balaios, peneiras, esteiras amplamente utilizadas tanto nas comunidades rurais como no ambiente urbano.
Na literatura, principalmente do século XIX, é possível encontrar muitas referências ao Brasil como Pindorama, palavra de origem tupi-guarani que significa “terra das palmeiras”. Pindorama também era a forma como os povos ando-peruanos se referiam às terras que hoje compõem o território brasileiro. A percepção do nosso país como “terra das palmeiras” [onde canta o sabiá…] é fruto da imensa diversidade de palmáceas, com caules cilíndricos e folhas espalmadas. A partir de diversas técnicas de trançado, as fibras extraídas de algumas dessas espécies são usadas para confeccionar cestos, peneiras, esteiras, bolsas, entre outros objetos.A arte do trançado constitui um saber-fazer antigo, presente na história de muitos povos. No Brasil, é principalmente herança das diversas etnias indígenas. A diversidade se repete nos fazeres, nas formas, nas tramas e nos desenhos criados com habilidade e precisão.
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